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Pelve Feminina com ligamentos Vasos Nervo e Assoalho pélvico ES32

Pelve Feminina com ligamentos Vasos Nervo e Assoalho pélvico ES32 é um modelo anatômico em tamanho natural, altamente detalhado e pintado à mão, representando os órgãos genitais externos e internos, os ligamentos sacroilíacos (ligamenta sacroiliaca), os músculos do assoalho pélvico (diaphragma pelvis) e as redes nervosa e vascular sacral.

Em nosso modelo a pintura detalhada mostra o estriamento dos músculos e ligamentos dando uma A pintura é bem detalhada e mostra o estriamento dos músculos e ligamentos dando uma sensação muito realística a este modelo.

Aplicações

Indicado para estudo do sistema esquelético feminino em escolas e universidades. Treinamento, ensino e compreensão de dor neural, tensão muscular e lesões ligamentares. Adequado para treinamento de profissionais da saúde, como médicos, fisioterapeutas e enfermeiros. Utilizado no ensino de anatomia, fisiologia e fisiopatologia.

Características da Pelve Feminina com ligamentos Vasos Nervo e Assoalho pélvico ES32

  • Representação detalhada do sistema esquelético feminino evidenciando estriações musculares e ligamentares
  • Moldagem natural de alta precisão
  • Fabricado em material sintético estável e durável
  • Estruturas numeradas para identificação precisa
  • Pintado à mão
  • Acompanha cartão informativo com as estruturas relacionadas
  • Resina aprovada em testes toxicológicos
  • Réplicas precisas
  • Apresentado sem base e suporte
  • Escala: em tamanho natural
  • Tamanho embalagem: 33cm x 22cm x 15cm
  • Peso embalagem: 2.5kg
  • Tamanho: 23cm x 18cm x 9cm
  • Peso: 2kg
  • Código: ES32
  • ID: 36167

Diferenciais da Pelve Feminina com ligamentos Vasos Nervo e Assoalho pélvico ES32

Representação detalhada do sistema esquelético feminino evidenciando estriações musculares e ligamentares. Fabricado em material sintético durável, de alta resistência. O modelo oferece um nível de detalhe essencial para o estudo da anatomia humana. Referências e marcações que facilitam o estudo, modelo pintado à mão.

Tecnologia 3D e Realidade Aumentada

Nossos modelos anatômicos oferecem um complemento visual por meio de cartões informativos que ativam modelos tridimensionais em realidade aumentada (AR). Essa plataforma interativa auxilia o aprendizado, permitindo análises comparativas de estruturas anatômicas e oferecendo suporte à educação continuada em anatomia, fisiologia e fisiopatologia.

Especificações Técnicas

Material: Resina sintética
Escala: em tamanho natural (1:1)
Número de partes: 1
Montagem: Modelo sem base de apoio

Principais Estruturas Anatômicas

Ligamento longitudinal anterior (ligamentum longitudinale anterius): Ligamento resistente que percorre a face anterior dos corpos vertebrais, do osso occipital ao sacro, contribuindo para a estabilidade da coluna vertebral.

Promontório sacral (promontorium ossis sacri): Porção anterior da base do sacro, facilmente palpável e importante marco anatômico.

Ligamento iliolombar (ligamentum iliolumbale): Conecta o processo transverso da quinta vértebra lombar ao ílio, contribuindo para a estabilidade da articulação lombossacral.

Ligamento sacroilíaco anterior (ligamentum sacroiliacum anterius): Reforça anteriormente a articulação sacroilíaca, promovendo estabilidade.

Ílio (ilium): Osso amplo e achatado que constitui a maior parte do osso do quadril, oferecendo grande área para inserção muscular.

Eminência iliopúbica (eminentia iliopubica): Proeminência óssea localizada na junção entre o ílio e o púbis, importante referência anatômica.

Tubérculo púbico (tuberculum pubicum): Proeminência óssea no púbis, ponto de inserção de ligamentos e músculos.

Sínfise púbica (symphysis pubica): Articulação fibrocartilaginosa que une os ossos púbicos, permitindo mobilidade limitada.

Ligamento sacrococcígeo anterior (ligamentum sacrococcygeum anterius): Conecta a face anterior do sacro ao cóccix, contribuindo para a estabilidade da região.

Tronco lombossacral (truncus lumbosacralis): Região de transição entre a coluna lombar e o sacro, com grande importância biomecânica.

Outras estruturas podem ser verificadas diretamente na peça física ou no modelo interativo em 3D.

Sobre os Modelos Anatômicos

Os modelos são desenvolvidos com tecnologia de replicação em resina, oferecendo uma alternativa aos modelos anatômicos naturais para ensino e pesquisa. Apresentam as principais características morfológicas, combinando boa relação custo-benefício, durabilidade, pintura manual e numeração para identificação precisa das estruturas anatômicas.

Lista das Estruturas Visíveis

  1. Pelve (pelvis)
  2. Púbis (pubis)
  3. Ísquio (ischium)
  4. Sacro (os sacrum)
  5. Cóccix (os coccygis)
  6. Espinha ilíaca ântero-superior (spina iliaca anterior superior)
  7. Crista ilíaca (crista iliaca)
  8. Processos transversos das vértebras lombares (processus transversi vertebrarum lumbalium)
  9. Ílio (ilium)
  10. Eminência iliopúbica (eminentia iliopubica)
  11. Tubérculo púbico (tuberculum pubicum)
  12. Sínfise púbica (symphysis pubica)
  13. Acetábulo (acetabulum)
  14. Tuberosidade isquiática (tuber ischiadicum)
  15. Ligamento longitudinal anterior (ligamentum longitudinale anterius)
  16. Promontório sacral (promontorium ossis sacri)
  17. Ligamento iliolombar (ligamentum iliolumbale)
  18. Ligamento sacroilíaco anterior (ligamentum sacroiliacum anterius)
  19. Ligamento sacrococcígeo anterior (ligamentum sacrococcygeum anterius)
  20. Ligamento sacroilíaco posterior (ligamentum sacroiliacum posterius)
  21. Ligamento sacrotuberal (ligamentum sacrotuberale)
  22. Ligamento sacroespinal (ligamentum sacrospinale)
  23. Ligamento supraespinal (ligamentum supraspinale)
  24. Ligamento sacrococcígeo posterior superficial (ligamentum sacrococcygeum posterius superficiale)
  25. Ligamento sacrococcígeo posterior profundo (ligamentum sacrococcygeum posterius profundum)
  26. Ligamento sacrococcígeo lateral (ligamentum sacrococcygeum laterale)
  27. Membrana obturatória (membrana obturatoria)
  28. Peritônio (peritoneum)
  29. Fáscia do músculo obturador interno (fascia musculi obturatorii interni)
  30. Fáscia superior do diafragma pélvico (fascia diaphragmatis pelvis superior)
  31. Músculo pubococcígeo (musculus pubococcygeus)
  32. Músculo iliococcígeo (musculus iliococcygeus)
  33. Músculo coccígeo (musculus coccygeus)
  34. Arco tendíneo do músculo levantador do ânus (arcus tendineus musculi levatoris ani)
  35. Músculo obturador interno (musculus obturatorius internus)
  36. Músculo piriforme (musculus piriformis)
  37. Músculo puborretal (musculus puborectalis)
  38. Músculo transverso superficial do períneo (musculus transversus perinei superficialis)
  39. Músculo transverso profundo do períneo (musculus transversus perinei profundus)
  40. Músculo bulbospongioso (musculus bulbospongiosus)
  41. Músculo isquiocavernoso (musculus ischiocavernosus)
  42. Crus do clitóris (crus clitoridis)
  43. Clitóris (clitoris)
  44. Bulbo do vestíbulo (bulbus vestibuli)
  45. Glândula vestibular maior (glandula vestibularis major)
  46. Lábio menor (labium minus pudendi)
  47. Óstio externo da uretra (ostium urethrae externum)
  48. Óstio vaginal (ostium vaginae)
  49. Corpo perineal (centrum tendineum perinei)
  50. Músculo esfíncter externo do ânus (musculus sphincter ani externus)
  51. Ânus (anus)
  52. Ligamento anococcígeo (ligamentum anococcygeum)
  53. Tronco lombossacral (truncus lumbosacralis)
  54. Nervo obturatório (nervus obturatorius)
  55. Artéria obturatória (arteria obturatoria)
  56. Veia obturatória (vena obturatoria)
  57. Nervo pudendo (nervus pudendus)
  58. Artéria pudenda (arteria pudenda)
  59. Veia pudenda (vena pudenda)
  60. Nervo isquiático (nervus ischiadicus)
  61. Ligamento transverso do acetábulo (ligamentum transversum acetabuli)
  62. Superfície semilunar (facies lunata)
  63. Espinha ilíaca ântero-inferior (spina iliaca anterior inferior)
  64. 5ª vértebra lombar (vertebra lumbalis V)

Modelos anatômicos consistem na aplicação técnica de copiar uma peça utilizando material diverso ao original (resinas, plástico, entre outros materiais). Esta técnica no entanto tende a evoluir dentro da anatomia humana em função da falta de material anatômico para o ensino e pesquisa.
Os resultados obtidos com esta técnica demonstram que as cópias resinadas apresentam todas as características anatômicas do modelo e os custos são vantajosos, as peças resinadas possuem durabilidade superior às naturais e em casos de avaria, os modelos podem ser restaurados, o que não acontece com a maioria das peças anatômicas.

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