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Mini Articulação do Cotovelo JF87 é um modelo anatômico em escala reduzida (metade do tamanho natural) que representa de forma realista a articulação do cotovelo humano, incluindo o úmero, a ulna e o rádio. Montado sobre uma base de polímero, reapresenta em detalhes precisos, marcações e referências que facilitam a identificação das estruturas, sendo ideal para estudos anatômicos e demonstrações educacionais.




Desenvolvido para proporcionar visualização detalhada das estruturas ósseas e ligamentares, o modelo JF87 é fixado sobre base de suporte, facilitando o manuseio e a observação anatômica, facilitando o estudo da biomecânica e da anatomia funcional dessa importante articulação.



O modelo JF87 demonstra a complexa articulação em dobradiça do cotovelo e os movimentos de rotação do antebraço possibilitados pela articulação radioulnar proximal. A peça é montada sobre uma base de polímero com haste e suporte metálico, acompanhada de cartão informativo com identificação das estruturas anatômicas.
Aplicações do modelo de Mini Articulação do Cotovelo JF87
Ideal para estudo da anatomia humana em escolas, universidades e instituições de ensino superior, treinamento profissional em ortopedia, quiropraxia, medicina esportiva, fisioterapia e reabilitação, explicações anatômicas para pacientes, demonstração de procedimentos médicos, ensino da biomecânica articular do cotovelo e estudo geral da anatomia do sistema locomotor.
Características do modelo de Mini Articulação do Cotovelo JF87
- Representação detalhada da articulação do cotovelo
- Moldagem natural de alta precisão
- Fabricado em material sintético estável e durável
- Pintura manual e identificação numérica
- Acompanha cartão informativo com as estruturas relacionadas
- Resina aprovada em testes toxicológicos
- Réplicas precisas
- Apresentado com base e haste de metal
- Escala: metade do tamanho natural (1:2)
- Tamanho embalagem: 15cm x 12cm x 25cm
- Peso embalagem: 0.5kg
- Tamanho: 13cm x 11cm x 23cm
- Peso: 0.35kg
- Código: JF87
- ID: 13892
Diferenciais do modelo de Mini Articulação do Cotovelo JF87
O modelo JF87 permite a demonstração de movimentos fisiológicos da articulação do cotovelo humano. Fabricado em material sintético durável, de alta resistência. O modelo oferece um nível de detalhe essencial para o estudo da anatomia humana. Referências e marcações que facilitam o estudo, modelo pintado à mão.
Tecnologia 3D e Realidade Aumentada
Nossos modelos anatômicos oferecem um complemento visual por meio de cartões informativos que ativam modelos tridimensionais visualizáveis em realidade aumentada (AR). Essa plataforma interativa auxilia o aprendizado, permitindo análises comparativas das estruturas anatômicas e disponibilizando recursos para educação continuada em anatomia, fisiologia e fisiopatologia.
Especificações Técnicas
Material: Resina sintética
Escala: metade do tamanho natural (1:2)
Número de partes: 2
Montagem: modelo com base e haste (interna)
Modelo: articulado
Principais Estruturas
- Úmero (Umerus): Osso longo do braço que se articula proximalmente com a escápula e distalmente com o rádio e a ulna. Apresenta estruturas anatômicas importantes para a articulação do cotovelo, como os côndilos, a tróclea e o capítulo.
- Crista Supracondilar Lateral (Dorsus Supracondylus Lateralis): Crista óssea localizada acima do epicôndilo lateral do úmero. Serve como ponto de inserção para músculos do braço e do antebraço.
- Crista Supracondilar Medial (Dorsus Supracondylus Medialis): Proeminência óssea situada acima do epicôndilo medial do úmero, atuando como área de inserção muscular.
- Epicôndilo Medial (Epicondylus medialis): Proeminência óssea localizada na porção medial distal do úmero. É o ponto de origem de diversos músculos flexores e pronadores do antebraço.
- Fossa Coronóide (Fossa coronoidea): Depressão localizada na superfície anterior distal do úmero que recebe o processo coronoide da ulna durante a flexão do cotovelo.
- Fossa Radial (Fossa Radialis): Depressão localizada anteriormente na extremidade distal do úmero, responsável por acomodar a cabeça do rádio durante a flexão do cotovelo.
- Côndilo Lateral (Condylus lateralis): Proeminência arredondada distal do úmero que se articula com a cabeça do rádio.
- Tróclea (Trochlea): Superfície articular em formato de polia localizada na extremidade distal do úmero. Articula-se com a incisura troclear da ulna, permitindo os movimentos de flexão e extensão.
- Capítulo (Capitulum): Estrutura arredondada situada na porção distal lateral do úmero, responsável pela articulação com a cabeça do rádio.
- Ligamento Colateral Ulnar (Ligamentum Collaterale Ulnare): Ligamento estabilizador localizado na face medial do cotovelo, conectando o epicôndilo medial do úmero à ulna.
- Processo Coronoide (Processus coronoideus): Projeção óssea anterior da ulna que participa da estabilidade da articulação do cotovelo e se encaixa na fossa coronoide durante a flexão.
- Cabeça do Rádio (Caput Radiophonicum): Extremidade proximal do rádio que se articula com o capítulo do úmero e com a incisura radial da ulna, permitindo os movimentos de pronação e supinação.
- Ligamento Anular do Rádio (Ligamentum annulare radii): Ligamento em forma de anel que envolve a cabeça do rádio, mantendo-a posicionada contra a incisura radial da ulna.
- Incisura Radial da Ulna (Incisura radialis ulnae): Depressão localizada na ulna que recebe a cabeça do rádio, formando a articulação radioulnar proximal.
- Ulna (Ulna): Osso longo localizado medialmente no antebraço. Participa da articulação do cotovelo e fornece estabilidade aos movimentos do membro superior.
- Tuberosidade do Rádio (Radius Tuberositas): Proeminência óssea localizada na porção proximal do rádio, servindo como ponto de inserção do tendão do músculo bíceps braquial.
- Rádio (Radius): Osso longo localizado lateralmente no antebraço. Atua nos movimentos de pronação e supinação, além de participar das articulações do cotovelo e do punho.
- Fossa do Olécrano (Fossa Olecrani): Depressão localizada na superfície posterior distal do úmero, que recebe o olécrano durante a extensão do cotovelo.
- Olécrano (Olecranon): Proeminência óssea proximal da ulna que forma a ponta do cotovelo e atua como alavanca para os músculos extensores do antebraço.
- Ligamento Colateral Radial (Ligamentum Collaterale Radiale): Ligamento localizado na face lateral do cotovelo, contribuindo para a estabilidade articular e resistência às forças em varo.
Outras estruturas anatômicas podem ser observadas diretamente na peça física ou por meio do modelo interativo em realidade aumentada.
Sobre os Modelos Anatômicos
Desenvolvidos com tecnologia de replicação em resina, nossos modelos anatômicos oferecem uma excelente alternativa para ensino e pesquisa. Apresentam as principais características morfológicas das estruturas humanas, aliando resistência, fidelidade anatômica, pintura manual e identificação numerada para facilitar o aprendizado e a localização das estruturas.
Lista de Estruturas Visíveis
- Úmero (Humerus)
- Crista supracondilar lateral (Crista supracondylaris lateralis)
- Crista supracondilar medial (Crista supracondylaris medialis)
- Epicôndilo medial (Epicondylus medialis)
- Fossa coronoide (Fossa coronoidea)
- Fossa radial (Fossa radialis)
- Côndilo lateral (Condylus lateralis)
- Tróclea (Trochlea humeri)
- Capítulo (Capitulum humeri)
- Ligamento colateral ulnar (Ligamentum collaterale ulnare)
- Processo coronoide (Processus coronoideus ulnae)
- Cabeça do rádio (Caput radii)
- Ligamento anular do rádio (Ligamentum anulare radii)
- Incisura radial da ulna (Incisura radialis ulnae)
- Ulna (Ulna)
- Tuberosidade do rádio (Tuberositas radii)
- Rádio (Radius)
- Fossa do olécrano (Fossa olecrani)
- Olécrano (Olecranon)
- Ligamento colateral radial (Ligamentum collaterale radiale)
Modelos anatômicos consistem na aplicação técnica de copiar uma peça utilizando material diverso ao original (resinas, plástico, entre outros materiais). Esta técnica no entanto tende a evoluir dentro da anatomia humana em função da falta de material anatômico para o ensino e pesquisa. Os resultados obtidos com esta técnica demonstram que as cópias resinadas apresentam todas as características anatômicas do modelo e os custos são vantajosos, as peças resinadas possuem durabilidade superior às naturais e em casos de avaria, os modelos podem ser restaurados, o que não acontece com a maioria das peças anatômicas.