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Síndrome do Túnel do Carpo ES391

Síndrome do Túnel do Carpo ES391 é um modelo anatômico da Síndrome do Túnel do Carpo (syndroma canalis carpi), em tamanho natural, representando detalhadamente os ossos da mão, punho e antebraço, incluindo a patologia do túnel do carpo.

O modelo ES391 não é articulado, montado sobre uma base com suporte e haste metálica, e apresenta numeração e pintura manual, facilitando a identificação precisa das estruturas anatômicas.

Aplicações

Indicado para estudo da patologia do túnel do carpo em escolas e universidades. Treinamento em dissecação cirúrgica. Adequado para treinamento de profissionais da saúde, como médicos, fisioterapeutas e enfermeiros. Utilizado no ensino de anatomia, fisiologia e fisiopatologia.

    Características do modelo de Síndrome do Túnel do Carpo ES391

    • Representação detalhada para estudo da patologia do túnel do carpo
    • Moldagem natural de alta precisão
    • Fabricado em material sintético estável e durável
    • Articulações móveis para demonstração funcional
    • Pintado à mão
    • Acompanha cartão informativo com as estruturas relacionadas
    • Resina aprovada em testes toxicológicos
    • Réplicas precisas
    • Apresentado com suporte de suspensão
    • Escala: em tamanho natural
    • Tamanho embalagem: 33cm x 22cm x 15cm
    • Peso embalagem: 1kg
    • Tamanho: 29cm x 9.5cm x 3.5cm
    • Peso: 0.75kg
    • Código: ES391
    • ID: 35507

    Diferenciais do modelo de Síndrome do Túnel do Carpo ES391

    Representação detalhada das estruturas ósseas da mão, punho e antebraço. Fabricado em material sintético durável, de alta resistência. O modelo oferece um nível de detalhe essencial para o estudo da anatomia humana. Referências e marcações que facilitam o estudo, modelo pintado à mão.

    Tecnologia 3D e Realidade Aumentada

    O modelo inclui cartões informativos que ativam visualização em 3D por realidade aumentada (AR). Essa plataforma interativa auxilia o aprendizado, permitindo análise comparativa das estruturas anatômicas e oferecendo suporte à educação continuada em anatomia, fisiologia e fisiopatologia.

    Especificações Técnicas

    Material: Resina sintética
    Escala: em tamanho natural (1:1)
    Número de partes: 1
    Montagem: Modelo com base e suporte metálico
    Modelo: Não articulado

    Principais Estruturas Anatômicas

    Falange distal (phalanx distalis): Falange mais distal de cada dedo, articulando-se com a falange média e formando a articulação interfalângica distal.

    Falange média (phalanx media): Localizada entre as falanges proximal e distal, apresenta superfícies articulares proximal e distal.

    Falange proximal (phalanx proximalis): Falange mais próxima do metacarpo, articulando-se na articulação metacarpofalângica.

    Falange distal do polegar (phalanx distalis pollicis): Única falange distal do polegar, articulando-se com a falange proximal.

    Falange proximal do polegar (phalanx proximalis pollicis): Falange proximal do polegar, articulando-se com o metacarpo e a falange distal.

    Músculos tenares (musculi thenaris): Grupo muscular responsável pelos movimentos do polegar, incluindo abductor pollicis brevis, flexor pollicis brevis e opponens pollicis.

    Ligamento carpal palmar (ligamentum carpi palmare): Parte do retináculo dos flexores (retinaculum flexorum), formando o teto do túnel do carpo.

    Tendão do músculo palmar longo (tendo musculi palmaris longi): Auxilia na flexão da mão e tensiona a aponeurose palmar.

    Membrana interóssea (membrana interossea antebrachii): Conecta rádio e ulna, proporcionando estabilidade e transmissão de forças.

    Ulna (ulna): Osso medial do antebraço, articulando-se com o rádio e o úmero.

    Rádio (radius): Osso lateral do antebraço, articulando-se com o úmero, ulna e ossos do carpo.

    Tendões do flexor superficial dos dedos (tendines musculi flexoris digitorum superficialis): Responsáveis pela flexão das articulações interfalângicas proximais.

    Nervo mediano (nervus medianus): Principal nervo envolvido na síndrome do túnel do carpo, responsável pela sensibilidade e função motora de parte da mão.

    Metacarpo (ossa metacarpi): Conjunto de cinco ossos que formam a palma da mão.

    Outras estruturas podem ser observadas diretamente na peça física ou no modelo 3D interativo.

    Sobre os Modelos Anatômicos

    Produzidos com tecnologia de replicação em resina, esses modelos atendem às necessidades de ensino e pesquisa, apresentando características morfológicas essenciais com excelente custo-benefício, resistência, pintura manual e numeração para identificação precisa das estruturas.

    Lista de Estruturas Visíveis do modelo de Síndrome do Túnel do Carpo ES391

    • Falange distal (phalanx distalis)
    • Falange média (phalanx media)
    • Falange proximal (phalanx proximalis)
    • Falange distal do polegar (phalanx distalis pollicis)
    • Falange proximal do polegar (phalanx proximalis pollicis)
    • Ossos do metacarpo (ossa metacarpi)
    • Músculos tenares (musculi thenaris)
    • Área do túnel do carpo exposta (canalis carpi)
    • Ligamento carpal palmar (ligamentum carpi palmare)
    • Nervo mediano (nervus medianus)
    • Tendões do flexor profundo dos dedos (tendines musculi flexoris digitorum profundus)
    • Hâmulo do hamato (hamulus ossis hamati)
    • Osso hamato (os hamatum)
    • Osso pisiforme (os pisiforme)
    • Osso piramidal (os triquetrum)
    • Rádio (radius)
    • Tendões do flexor superficial dos dedos (tendines musculi flexoris digitorum superficialis)
    • Tendão do músculo palmar longo (tendo musculi palmaris longi)
    • Membrana interóssea (membrana interossea antebrachii)
    • Ulna (ulna)

    Modelos anatômicos consistem na aplicação técnica de copiar uma peça utilizando material diverso ao original (resinas, plástico, entre outros materiais). Esta técnica no entanto tende a evoluir dentro da anatomia humana em função da falta de material anatômico para o ensino e pesquisa. Os resultados obtidos com esta técnica demonstram que as cópias resinadas apresentam todas as características anatômicas do modelo e os custos são vantajosos, as peças resinadas possuem durabilidade superior às naturais e em casos de avaria, os modelos podem ser restaurados, o que não acontece com a maioria das peças anatômicas.

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