Principal / Genitália e Pelve / Pelve masculina com ligamentos vasos e nervos

Pelve masculina com ligamentos vasos e nervos ES34

Pelve masculina com ligamentos vasos e nervos 7 partes ES34 fornece uma visão detalhada das relações entre ossos, ligamentos, vasos, nervos, músculos do assoalho pélvico e órgãos pélvicos masculinos, incluindo os genitais externos.

É possível desmontar partes específicas, como o esfíncter anal externo, músculos isquiocavernosos, músculos transversos perineais e músculo bulbo esponjoso.

Além disso, órgãos como o reto, bexiga, próstata e pênis podem ser removidos e separados em duas metades. O modelo mostra também estruturas arteriais, venosas e nervosas, ossos, ligamentos e a possibilidade de dividir a pelve em duas metades.

Aplicações

Indicado para estudo do sistema esquelético, muscular e nervoso masculino em escolas e universidades. Treinamento, ensino e compreensão de dor neural, tensão muscular e lesões ligamentares. Adequado para treinamento de profissionais da saúde, como médicos, fisioterapeutas e enfermeiros. Utilizado no ensino de anatomia, fisiologia e fisiopatologia.

Características do modelo de Pelve masculina com ligamentos vasos e nervos ES34

  • Representação detalhada dos ossos, ligamentos, vasos, nervos, músculos, incluindo os genitais externos.
  • Moldagem natural de alta precisão
  • Fabricado em material sintético estável e durável
  • Estruturas numeradas para identificação precisa
  • Pintado e numerado à mão
  • Acompanha cartão informativo com as estruturas relacionadas
  • Resina aprovada em testes toxicológicos
  • Réplicas precisas
  • Apresentado em base
  • Escala: em tamanho natural
  • Tamanho embalagem: 33cm x 33cm x 28cm
  • Peso embalagem: 2.5kg
  • Tamanho: 27cm x 16cm x 17cm
  • Peso: 2kg
  • Código: ES34
  • ID: 40890

Diferenciais do modelo de Pelve masculinaPelve masculina com ligamentos vasos e nervos ES34

Representação detalhada dos ossos, ligamentos, vasos, nervos, músculos, incluindo os genitais externos. Fabricado em material sintético durável, de alta resistência. O modelo oferece um nível de detalhe essencial para o estudo da anatomia humana. Referências e marcações que facilitam o estudo, modelo pintado à mão.

Tecnologia 3D e Realidade Aumentada

Nossos modelos anatômicos oferecem um complemento visual por meio de cartões informativos que ativam modelos tridimensionais em realidade aumentada (AR). Essa plataforma interativa auxilia o aprendizado, permitindo análises comparativas de estruturas anatômicas e oferecendo suporte à educação continuada em anatomia, fisiologia e fisiopatologia.

Especificações Técnicas

Material: Resina sintética
Escala: em tamanho natural (1:1)
Número de partes: 7
Montagem: Modelo com base de apoio

Principais Estruturas Anatômicas do modelo de Pelve masculinaPelve masculina com ligamentos vasos e nervos ES34

Artéria sacral lateral (arteria sacralis lateralis): Ramo da artéria ilíaca interna (arteria iliaca interna), responsável pela irrigação da região posterior da pelve e do sacro.

Artéria glútea inferior (arteria glutea inferior): Ramo terminal da artéria ilíaca interna, responsável pela irrigação dos músculos glúteos e da pele da região glútea.

Artéria ilíaca interna (arteria iliaca interna): Importante vaso que irriga os órgãos pélvicos e estruturas da região glútea, dividindo-se em ramos anteriores e posteriores.

Veia ilíaca comum (vena iliaca communis): Formada pela união das veias ilíacas externa e interna, conduz o sangue da pelve e dos membros inferiores para a veia cava inferior (vena cava inferior).

Artéria ilíaca comum (arteria iliaca communis): Ramo da aorta abdominal (aorta abdominalis), bifurcando-se em artérias ilíacas externa e interna.

Membrana obturatória (membrana obturatoria): Membrana que fecha o forame obturador (foramen obturatum), permitindo passagem de nervos e vasos por uma pequena abertura.

Ísquio (ischium): Osso que forma a porção posterior e inferior da pelve, participando do acetábulo e da tuberosidade isquiática.

Corpo cavernoso do pênis (Corpus cavernosum penis): Par de tecidos eréteis na parte superior do pênis. Eles funcionam como reservatórios que se enchem de sangue para permitir e manter a ereção.

Corpo esponjoso do pênis (Corpus spongiosum penis): Massa de tecido erétil que envolve a uretra masculina. Sua função é impedir que a uretra seja comprimida durante a ereção, permitindo a passagem do sêmen.

Glande peniana (Glans penis): A extremidade distal e sensível do pênis (a “cabeça”). É uma expansão do corpo esponjoso.

Fáscia espermática interna (Fascia spermatica interna): Camada de tecido conjuntivo que deriva da fáscia transversal do abdome e envolve o cordão espermático e o testículo.

Escroto (Scrotum): Bolsa de pele e tecido fibromuscular que abriga os testículos, mantendo-os em uma temperatura inferior à do corpo, ideal para a produção de espermatozoides.

Túnica dartos (Tunica dartos): Camada de fibras musculares lisas logo abaixo da pele do escroto. Ela é responsável por enrugar a pele escrotal para regular a temperatura térmica.

Epidídimo (Epididymis): Estrutura em forma de “C” ducto altamente enrolado onde os espermatozoides são armazenados e ganham maturação e mobilidade.

Músculo cremaster (Musculus cremaster): Músculo que envolve o cordão espermático. Sua função é elevar ou baixar os testículos em resposta à temperatura ou estímulos físicos.

Fáscia espermática externa (Fascia spermatica externa): A camada mais superficial das fáscias que recobrem o cordão espermático, derivada da aponeurose do músculo oblíquo externo.

Bexiga urinária (Vesica urinaria): Órgão muscular oco que serve como reservatório temporário para a urina antes de ser expelida do corpo.

Próstata (Prostata): Glândula do sistema reprodutor masculino que produz parte do fluido seminal, que nutre e protege os espermatozoides.

Outras estruturas podem ser verificadas diretamente na peça física ou no modelo interativo em 3D.

Sobre os Modelos Anatômicos

Os modelos são desenvolvidos com tecnologia de replicação em resina, oferecendo uma alternativa aos modelos anatômicos naturais para ensino e pesquisa. Apresentam as principais características morfológicas, combinando boa relação custo-benefício, durabilidade, pintura manual e numeração para identificação precisa das estruturas anatômicas.

Lista das Estruturas Visíveis

  • Ligamento iliolombar
  • Ligamento sacroilíaco anterior
  • Ligamento longitudinal anterior
  • Ligamento inguinal
  • Membrana obturatória
  • Disco interpúbico; fibrocartilagem interpúbica
  • Ligamento supraespinhal
  • Ligamento sacroilíaco posterior
  • Ligamento sacrococcígeo posterior superficial
  • Ligamento sacrococcígeo lateral
  • Ligamento sacrotuberal
  • Ligamento sacrococcígeo posterior profundo
  • Arco iliopectíneo
  • Parte abdominal da aorta; aorta abdominal
  • Veia cava inferior
  • Veia ilíaca externa
  • Artéria ilíaca comum
  • Artéria ilíaca interna
  • Veia ilíaca interna
  • Artéria ilíaca externa
  • Artéria glútea inferior
  • Artéria pudenda interna
  • Artéria obturatória
  • Artéria glútea superior
  • Quinta vértebra lombar, corpo vertebral
  • Articulação lombossacra, disco intervertebral
  • Cauda equina
  • Plexo sacral
  • Nervo isquiático
  • Esfíncter externo do ânus
  • Músculo elevador do ânus
  • Músculo transverso perineal superficial
  • Músculo transverso perineal profundo
  • Músculo isquiocavernoso
  • Músculo bulboesponjoso
  • Músculo obturador interno
  • Arco tendíneo do músculo elevador do ânus
  • Músculo piramidal
  • Músculo reto do abdomen
  • Músculo oblíquo externo do abdómen
  • Músculo oblíquo interno do abdómen
  • Músculo transverso do abdómen
  • Corpo cavernoso do pênis
  • Fossa navicular da uretra
  • Corpo esponjoso do pênis
  • Glande peniana
  • Fáscia espermática interna
  • Escroto
  • Túnica dartos
  • Epidídimo
  • Músculo cremaster
  • Fáscia espermática externa
  • Bexiga urinária
  • Próstata
  • Vesícula seminal
  • Reto
  • Ampola retal
  • Vesícula seminal
  • Ligamento fundiforme do pênis
  • Ducto deferente

Modelos anatômicos consistem na aplicação técnica de copiar uma peça utilizando material diverso ao original (resinas, plástico, entre outros materiais). Esta técnica no entanto tende a evoluir dentro da anatomia humana em função da falta de material anatômico para o ensino e pesquisa.
Os resultados obtidos com esta técnica demonstram que as cópias resinadas apresentam todas as características anatômicas do modelo e os custos são vantajosos, as peças resinadas possuem durabilidade superior às naturais e em casos de avaria, os modelos podem ser restaurados, o que não acontece com a maioria das peças anatômicas.

Seja o primeiro a avaliar este artigo.