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Seção de Caule Monocotiledônea BI16

Seção de Caule Monocotiledônea (Zea Mays) BI16 é um modelo ampliado 400 vezes em relação ao tamanho natural, apresenta uma secção transversal e longitudinal do caule do milho (Zea mays), mostrando em detalhes a epiderme (epidermis), o córtex (cortex), o cilindro vascular central (cylindrus vascularis centralis) e outras estruturas internas principais.

As monocotiledôneas, geralmente, não apresentam crescimento secundário no entanto podem desenvolver caules espessos devido à formação de um câmbio, que forma-se a partir do parênquima localizado externamente aos feixes vasculares (pericíclico). O modelo é montado sobre uma base polimérica para fácil visualização e manuseio.

Aplicações

Ideal para o estudo e ensino de botânica, anatomia vegetal e morfologia vegetal, especialmente na demonstração das estruturas dos caules monocotiledôneos (caules monocotyledonei). Indicado para universidades, escolas técnicas, laboratórios e instituições de pesquisa. Serve como ferramenta de apoio didático para estudantes e profissionais da área de biologia e ciências afins.

Características do modelo da Seção de Caule Monocotiledônea BI16

  • Representação detalhada de uma seção do caule monocotiledôneo
  • Numeração na peça indicando a sequência das etapas
  • Moldagem natural de alta precisão
  • Fabricado em material sintético estável e durável
  • Numerado e pintado à mão
  • Acompanha cartão informativo com as estruturas relacionadas
  • Resina aprovada em testes toxicológicos
  • Réplicas precisas
  • Apresentado em base
  • Escala ampliada em 400 vezes
  • Base em polímero para sustentação
  • Tamanho caixa: 44cm x 33cm x 22cm
  • Peso caixa: 1.5kg
  • Tamanho: 33cm x 23cm x 7.5cm
  • Peso 1kg
  • Código: BI16
  • ID: 17218

Diferenciais do modelo da Seção de Caule Monocotiledônea BI16

Devido à variedade de estruturas e detalhes incluídos, bem como a precisão do equipamento produzido, o seu destaque são os pontos relevantes do modelo apresentado. Os modelos anatômicos da Mogiglass anatomia tem seu complemento visual através dos cartôes informativos que geram as peças em 3D e podem ser visualizadas em realidade aumentada (R.A.).

Tecnologia 3D e Realidade Aumentada

Nossos modelos anatômicos oferecem um recurso visual complementar por meio de cartões informativos que ativam modelos 3D em realidade aumentada (AR).
Essa plataforma interativa auxilia no aprendizado, permitindo análise comparativa das estruturas anatômicas e oferecendo recursos avançados para o ensino de anatomia, fisiologia e fisiopatologia vegetal.

Especificações Técnicas

Escala: 400x o tamanho natural
Material: Resina sintética

Principais Estruturas

Epiderme (epidermis): Camada mais externa do caule, responsável pela proteção contra perda de água, danos mecânicos e infecções; nas monocotiledôneas, apresenta cutícula espessa.

Fibras de esclerênquima (fibrae sclerenchymaticae): Células alongadas e lignificadas que conferem suporte mecânico e rigidez ao caule.

Parênquima cortical (parenchyma corticale): Tecido de preenchimento que ocupa o córtex, responsável pelo armazenamento de substâncias, fotossíntese (em algumas regiões) e transporte interno; nas monocotiledôneas, pode se assemelhar ao parênquima medular.

Feixe de células de esclerênquima envolvendo o cilindro vascular (fasciculus cellularum sclerenchymaticarum circum cylindrum vascularis): Grupos de fibras que formam um anel de sustentação em torno do cilindro vascular.

Tubos crivados não funcionais com placa crivada (tubi cribrosi non functionales cum lamina cribrosa): Elementos do floema que perderam a função de transporte, mas mantêm as placas crivadas.

Tubos crivados funcionais com placa crivada (tubi cribrosi functionales cum lamina cribrosa): Elementos do floema responsáveis pelo transporte da seiva elaborada (succus elaboratus).

Placa crivada (lamina cribrosa): Região perfurada das paredes transversais dos elementos crivados, permitindo a passagem da seiva elaborada entre as células adjacentes.

Células companheiras (cellulae sociae): Células especializadas associadas aos elementos crivados do floema, que oferecem suporte metabólico e regulam o transporte de nutrientes.

Fibra de esclerênquima do xilema (fibra sclerenchymatica xylematis): Células alongadas e lignificadas que reforçam o tecido do xilema.

Traqueias (vasa): Células condutoras do xilema, mortas na maturidade, com paredes lignificadas e perfuradas, formando vasos contínuos para o transporte de água e sais minerais.

Traqueídes (tracheidae): Células condutoras alongadas e lignificadas do xilema, com pontuações nas paredes, também responsáveis pelo transporte de água e sais minerais.

Lacuna do protoxilema (lacuna protoxylematis): Espaço deixado pela lise das células do protoxilema durante o crescimento do caule.

Parênquima do xilema (parenchyma xylematis): Células parenquimáticas localizadas no xilema, responsáveis pelo armazenamento e transporte radial de substâncias.

Parênquima medular (parenchyma medullare): Tecido de preenchimento que ocupa a região central da medula do caule, com funções de armazenamento e sustentação.

Outras estruturas podem ser observadas diretamente na peça física ou no modelo interativo em 3D.

Lista de Estruturas Visíveis

  • Epiderme (epidermis)
  • Fibras de esclerênquima (fibrae sclerenchymaticae)
  • Parênquima cortical (parenchyma corticale)
  • Feixe de células de esclerênquima envolvendo o cilindro vascular (fasciculus cellularum sclerenchymaticarum circum cylindrum vascularis)
  • Tubos crivados não funcionais com placa crivada (tubi cribrosi non functionales cum lamina cribrosa)
  • Tubos crivados funcionais com placa crivada (tubi cribrosi functionales cum lamina cribrosa)
  • Placa crivada (lamina cribrosa)
  • Células companheiras (cellulae sociae)
  • Fibra de esclerênquima do xilema (fibra sclerenchymatica xylematis)
  • Traqueias (vasa)
  • Traqueídes (tracheidae)
  • Lacuna do protoxilema (lacuna protoxylematis)
  • Parênquima do xilema (parenchyma xylematis)
  • Parênquima medular (parenchyma medullare)

Sobre os Modelos Anatômicos

Desenvolvidos com tecnologia de replicação em resina, os modelos anatômicos oferecem uma alternativa eficiente para ensino e pesquisa, apresentando características morfológicas essenciais, excelente relação custo-benefício, alta resistência, pintura manual e numeração precisa das estruturas.

Modelos anatômicos consistem na aplicação técnica de copiar uma peça utilizando material diverso ao original (resinas, plástico, entre outros materiais). Esta técnica no entanto tende a evoluir dentro da anatomia humana em função da falta de material anatômico para o ensino e pesquisa.
Os resultados obtidos com esta técnica demonstram que as cópias resinadas apresentam todas as características anatômicas do modelo e os custos são vantajosos, as peças resinadas possuem durabilidade superior às naturais e em casos de avaria, os modelos podem ser restaurados, o que não acontece com a maioria das peças anatômicas.

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