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Flor Dicotiledônea ampliada 8 Partes BI110

Flor Dicotiledônea ampliada 8 Partes BI110 é um modelo de 8 peças seccionado transversalmente, que apresenta com precisão as estruturas internas e externas do órgão reprodutivo das angiospermas. As partes principais são numeradas e identificadas em um cartão informativo.

Pelo corte em seção transversal, a anatomia das estruturas internas, podem ser facilmente estudados. O modelo é montado sobre base para facilitar o manuseio e a visualização detalhada.

Aplicações

Indicado para o estudo da anatomia floral de plantas dicotiledôneas em instituições de ensino, laboratórios, pesquisas científicas e demonstrações em aulas de botânica. Permite a observação detalhada das estruturas internas e externas da flor.

Características do modelo da Flor Dicotiledônea ampliada BI110

  • Representação da ampliado de flor dicotiledônea
  • Numeração na peça indicando a sequência das etapas
  • Moldagem natural de alta precisão
  • Fabricado em material sintético estável e durável
  • Numerado e pintado à mão
  • Acompanha cartão informativo com as estruturas relacionadas
  • Resina aprovada em testes toxicológicos
  • Réplicas precisas
  • Apresentado em base
  • Escala ampliada várias vezes o tamanho natural
  • Base em polímero para sustentação
  • Tamanho caixa: 33cm x 33cm x 28cm
  • Peso caixa: 21kg
  • Tamanho: 30cm x 25cm x 20cm
  • Peso 0.5kg
  • Código: BI110
  • ID: 36118

Diferenciais Técnicos

Devido à variedade de estruturas e detalhes incluídos, bem como a precisão do equipamento produzido, o seu destaque são os pontos relevantes do modelo apresentado. Os modelos anatômicos da Mogiglass anatomia tem seu complemento visual através dos cartôes informativos que geram as peças em 3D e podem ser visualizadas em realidade aumentada (R.A.).

Tecnologia 3D e Realidade Aumentada

Os modelos anatômicos incluem cartões informativos que ativam modelos 3D visualizáveis em realidade aumentada (AR). Essa tecnologia oferece um recurso interativo que complementa o aprendizado, permitindo a análise comparativa de estruturas anatômicas e fornecendo suporte adicional ao ensino de anatomia, fisiologia e morfologia vegetal.

Especificações Técnicas

Material: Resina sintética
Escala: Ampliada
Componentes: Cartão informativo e base de suporte

Principais Estruturas:

Pétala (petalum): Folhas modificadas, geralmente coloridas e vistosas, que compõem a corola da flor e têm função de atrair polinizadores.

Sépala (sepalum): Folhas modificadas, geralmente verdes, que formam o cálice e protegem os órgãos reprodutivos durante o desenvolvimento do botão floral.

Estame (stamen): Estrutura reprodutiva masculina composta pelo filete (filamentum) e pela antera (anthera).

Antera (anthera): Parte terminal do estame, responsável pela produção e liberação do pólen.

Tubo polínico (tubus pollinis): Estrutura tubular que se forma a partir do grão de pólen após a polinização, crescendo através do estilete até o ovário para permitir a fecundação.

Antípodas (antipodae): Células localizadas na extremidade oposta à oosfera dentro do saco embrionário; acredita-se que participem da nutrição do embrião.

Núcleos polares (nuclei polares): Dois núcleos presentes no saco embrionário que se fundem com o núcleo espermático, formando o endosperma — tecido nutritivo da semente.

Saco embrionário (saccus embryonalis): Gametófito feminino que contém a oosfera e outras células haploides essenciais para a reprodução sexual.

Estigma (stigma): Parte apical e receptiva do carpelo, onde o pólen se deposita e germina; sua superfície facilita a adesão polínica.

Filete (filamentum): Estrutura delgada que sustenta a antera.

Receptáculo (receptaculum): Região de inserção das peças florais.

Estilete (stylus): Estrutura alongada que conecta o estigma ao ovário, conduzindo o tubo polínico.

Ovário (ovarium): Parte basal do carpelo que contém os óvulos.

Oosfera (cellula ovifera): Célula reprodutiva feminina que, após a fecundação, origina o embrião.

Outras estruturas podem ser visualizadas diretamente na peça física ou no modelo interativo 3D.

Sobre os Modelos Anatômicos

Desenvolvidos com tecnologia de replicação em resina, os modelos oferecem uma alternativa prática e durável aos espécimes naturais para ensino e pesquisa. Apresentam características morfológicas essenciais com excelente custo-benefício, resistência, pintura manual e numeração para identificação precisa das estruturas.

Modelos anatômicos consistem na aplicação técnica de copiar uma peça utilizando material diverso ao original (resinas, plástico, entre outros materiais). Esta técnica no entanto tende a evoluir dentro da anatomia humana em função da falta de material anatômico para o ensino e pesquisa.
Os resultados obtidos com esta técnica demonstram que as cópias resinadas apresentam todas as características anatômicas do modelo e os custos são vantajosos, as peças resinadas possuem durabilidade superior às naturais e em casos de avaria, os modelos podem ser restaurados, o que não acontece com a maioria das peças anatômicas.

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